Como instalar uma loja autônoma no condomínio: passo a passo completo

Como instalar loja autônoma no condomínio passa por 4 etapas: escolher a área comum, adequar a elétrica, montar a estrutura e ativar totem + app para operação 24h. Na Peggô Market, a implantação ocorre em até 15 dias úteis e pode começar em degustação antes da assembleia, com retirada em até 72 horas. O modelo projeta faturamento médio de R$ 25 mil, margem bruta de 20% e ROI médio de 15%.

Para garantir uma instalação sem ruídos, o condomínio precisa alinhar espaço, regras e infraestrutura antes da montagem. Na prática, o ponto deve ter acesso fácil, boa iluminação e condições mínimas de energia para sustentar autoatendimento, pagamentos eletrônicos e monitoramento remoto contínuo.

A Peggô Market opera com mais de 350 lojas no Brasil e conduz a implantação de forma estruturada, do contrato à ativação dos sistemas. Se a loja ainda não foi votada, o modelo de degustação permite validar o uso pelos moradores; se não houver aprovação, a retirada acontece em até 72 horas, sem custos para o condomínio.

Além do passo a passo técnico, vale entender o cenário financeiro do ponto: faturamento médio de R$ 25.000,00, margem bruta de 20%, ROI médio de 15% e payback estimado entre 8 e 12 meses. A partir daqui, você verá como definir o local ideal e preparar a instalação para começar a operar com estabilidade.

Escolha do espaço para a loja autônoma

A escolha do espaço define a taxa de uso e a viabilidade técnica da operação 24 horas. Em condomínios, o ideal é uma área comum de fácil acesso, com boa iluminação e fluxo recorrente, preparada para receber a implantação em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica.

Comece mapeando onde os moradores já circulam diariamente: próximo à portaria, hall principal, área de lazer ou acesso às torres. Quanto menor o atrito para “passar e comprar”, maior a recorrência, o que ajuda a sustentar o faturamento médio de R$ 25.000,00 por ponto e o payback estimado entre 8 e 12 meses, dependendo do desempenho da unidade.

O segundo passo é validar se o local comporta a estrutura com conforto e segurança. Além do espaço para o totem e as prateleiras, precisa haver circulação para mais de uma pessoa ao mesmo tempo, visibilidade para reduzir comportamentos oportunistas e condições para instalação de monitoramento remoto. Mesmo com a Peggô Market assumindo integralmente a responsabilidade por eventuais furtos, um ambiente bem planejado melhora a experiência e o uso do minimercado.

Também vale alinhar o tema com a administração e os moradores desde o início. Se ainda houver dúvidas sobre aceitação, o modelo de degustação é um caminho prático: a loja opera temporariamente antes da assembleia e, se não for aprovada, a retirada acontece em até 72 horas. Esse teste ajuda a comprovar conveniência, horários de pico e demanda real do condomínio.

  • Fluxo e visibilidade: áreas de passagem diária e com boa iluminação.
  • Segurança operacional: local monitorável e com regras claras de uso.
  • Condições do espaço: ventilação, limpeza, circulação e ausência de obstruções.
  • Acessibilidade: acesso fácil para todos os moradores, inclusive PCD e idosos.
  • Pré-requisitos técnicos: ponto elétrico adequado e conectividade para sistemas.

Com o espaço definido e validado, o próximo movimento é detalhar os critérios de seleção do local e traduzir isso em um checklist simples para aprovar internamente e acelerar a instalação.

Critérios para seleção do local

Um local bem escolhido reduz retrabalho e acelera a implantação, que na Peggô Market pode ocorrer em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica. Critérios objetivos também facilitam a comunicação com moradores e assembleia.

O primeiro critério é o fluxo natural. A loja autônoma funciona melhor onde as pessoas já passam todos os dias, como portaria, halls e acessos às torres. Isso aumenta a chance de compra por conveniência e ajuda a sustentar a recorrência necessária para um ponto que busca faturamento médio de R$ 25.000,00, com margem bruta média de 20% e ROI médio de 15%.

O segundo critério é a visibilidade. Locais abertos, bem iluminados e com boa linha de visão desestimulam comportamentos inadequados e deixam a experiência mais confortável para moradores. Mesmo com a Peggô Market assumindo integralmente a responsabilidade por eventuais furtos, um ambiente visível melhora o uso e reduz atritos com a administração.

O terceiro critério envolve condições técnicas e de segurança: energia estável, pontos de tomada bem posicionados e possibilidade de conectar os sistemas de acesso e pagamento. Também conte com uma área que não interfira em rotas de emergência, portas corta-fogo, elevadores ou circulação de serviços. Por fim, avalie ruído, ventilação e limpeza do entorno, já que o espaço precisa ser agradável para compras rápidas, inclusive à noite.

Para fechar, transforme a escolha do local em uma validação prática com a gestão do condomínio. Se houver dúvidas de aceitação, o modelo de degustação pode ser usado antes da assembleia; caso não seja aprovado, a retirada ocorre em até 72 horas, reduzindo o risco percebido do projeto.

  • Fluxo: proximidade de portaria, hall e rotas diárias dos moradores.
  • Visibilidade e iluminação: linha de visão ampla e ambiente claro no período noturno.
  • Infraestrutura: capacidade elétrica adequada e pontos para conexão dos sistemas.
  • Conformidade: não bloquear saídas, rotas de emergência e áreas técnicas.
  • Convivência: evitar pontos que gerem aglomeração em horários críticos.

Com esses critérios definidos, fica mais simples justificar a escolha e avançar para o próximo tema: como a acessibilidade do espaço impacta o uso e a aprovação da loja pelos moradores.

Importância da acessibilidade

A acessibilidade do espaço influencia diretamente a adesão dos moradores e a recorrência de compra em uma loja autônoma 24 horas. Quando o ponto é fácil de acessar, a operação tende a performar melhor e sustentar métricas como faturamento médio de R$ 25.000,00, ROI médio de 15% e payback entre 8 e 12 meses.

Na prática, “acessível” significa reduzir barreiras para todos: idosos, pessoas com mobilidade reduzida, moradores com carrinho de bebê e quem chega com compras. Um caminho simples, com passagem livre e entrada sem obstáculos, aumenta o uso nos horários de retorno do trabalho e também em períodos de menor movimento, quando a conveniência é decisiva.

Além da experiência, acessibilidade reduz atritos com a gestão do condomínio. Locais que geram filas em corredores estreitos, bloqueiam passagem ou ficam próximos a pontos críticos costumam provocar reclamações, mesmo quando a loja é bem aceita. Como o modelo pode iniciar em degustação antes da assembleia, um espaço realmente acessível ajuda a validar a proposta com mais rapidez e clareza.

Também é importante considerar a operação cotidiana: reposição de estoque, organização do mix e manutenção dos equipamentos precisam ocorrer sem impactar a circulação. Um ponto com acesso técnico facilitado melhora a rotina e diminui interrupções, mantendo a loja estável para autoatendimento via totem e aplicativo, com monitoramento remoto contínuo.

  • Passagem livre: evitar estreitamentos e manter circulação confortável em horários de pico.
  • Entrada sem barreiras: reduzir degraus e obstáculos para cadeiras de rodas e carrinhos.
  • Sinalização objetiva: orientar uso do totem e regras de convivência no entorno.
  • Iluminação e segurança: ambiente claro para uso noturno e melhor percepção de conforto.
  • Rotina de operação: permitir reposição e manutenção sem bloquear áreas comuns.

Com o espaço escolhido e acessível, o próximo passo é garantir que a infraestrutura suporte a operação 24 horas. Isso passa por adequação elétrica, proteção do circuito e preparação do ponto para conectar os sistemas de pagamento, acesso e monitoramento.

Adequação elétrica e infraestrutura

A adequação elétrica é o que sustenta a operação 24 horas de uma loja autônoma no condomínio. Sem energia estável e proteção adequada, totem, iluminação e sistemas digitais podem falhar, atrasando a implantação, que na Peggô Market ocorre em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica.

O primeiro ponto é entender se o espaço escolhido tem capacidade para atender a loja com segurança. Isso inclui avaliar tomadas, circuito disponível e estabilidade do fornecimento, além de prever pontos para os equipamentos que viabilizam o autoatendimento via totem e o acesso por aplicativo. Uma infraestrutura bem definida reduz interrupções e evita que a operação dependa de improvisos no dia da montagem.

Em seguida, trate a proteção do circuito como prioridade. Dispositivos de proteção, organização do cabeamento e pontos elétricos bem posicionados ajudam a prevenir sobrecargas e quedas, especialmente porque o uso do minimercado tende a se concentrar em horários de pico, como retorno do trabalho e fins de semana. Também é nessa etapa que o condomínio costuma alinhar quem executa o serviço, quais ajustes serão feitos e como registrar as alterações para facilitar futuras manutenções.

Além da elétrica, considere a infraestrutura de suporte à experiência do morador. Iluminação consistente, ambiente limpo e área com boa visibilidade favorecem o uso e reduzem atritos. Para a gestão, isso significa menos chamados e menos reclamações. E mesmo com a Peggô Market assumindo integralmente a responsabilidade por eventuais furtos, um local bem planejado melhora a sensação de segurança e a aceitação do projeto.

  • Energia dedicada e estável: avaliar capacidade do circuito e pontos de tomada necessários.
  • Proteção elétrica: revisar disjuntores e dispositivos de segurança conforme a necessidade do ponto.
  • Organização do espaço: prever posicionamento dos equipamentos sem bloquear circulação.
  • Condições do ambiente: iluminação, limpeza e visibilidade para uso contínuo.
  • Registro e manutenção: documentar alterações e manter rotina de verificação.

Com a infraestrutura pronta, fica mais simples seguir para o passo a passo da adequação elétrica, detalhando avaliação, ajustes e testes para garantir que a loja opere de forma estável desde o primeiro dia.

Etapas da adequação elétrica

A adequação elétrica segue uma sequência simples: checagem do ponto, ajustes no circuito e testes de estabilidade para garantir operação 24 horas. Essa etapa é decisiva porque a Peggô Market implanta a loja em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica.

Comece com um diagnóstico do espaço: identifique onde ficarão totem, iluminação e eventuais equipamentos de apoio, e confirme a disponibilidade de tomadas e a qualidade do circuito. O objetivo é evitar extensões, improvisos e pontos “apertados”, já que falhas elétricas afetam diretamente pagamento, acesso e experiência do morador.

Depois, execute os ajustes necessários na infraestrutura. Isso pode incluir reorganizar pontos de tomada, reforçar a proteção do circuito e garantir que a distribuição de energia esteja coerente com a operação contínua. Essa padronização reduz quedas e interrupções em horários de pico, quando a conveniência é o principal motivo de uso do minimercado.

Na sequência, faça testes práticos antes da abertura: verifique estabilidade do fornecimento com os sistemas ligados, observe variações e confirme que tudo funciona sem oscilação. Se o condomínio optar por iniciar com o modelo de degustação, esses testes ajudam a manter a experiência fluida durante a fase de validação com moradores e assembleia.

  1. Mapear o ponto: definir posições de equipamentos e necessidade de tomadas.
  2. Avaliar capacidade: checar estabilidade do circuito e condições da instalação existente.
  3. Ajustar infraestrutura: adequar tomadas, proteção e organização do cabeamento.
  4. Testar em carga: ligar sistemas e validar estabilidade antes de abrir ao público.
  5. Documentar alterações: registrar o que foi ajustado para facilitar manutenção futura.

Com a adequação concluída, o próximo passo é tratar a segurança elétrica com ainda mais atenção, garantindo proteção adequada e reduzindo riscos operacionais no uso contínuo.

Segurança na instalação elétrica

A segurança elétrica é o que mantém a loja autônoma estável no uso diário, sem quedas e sem riscos para moradores. Como a Peggô Market implanta em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica, essa etapa precisa ser feita com rigor e sem improvisos.

O primeiro princípio é simples: a instalação deve ser executada por profissional qualificado e com verificação do que já existe no local. Antes de ligar qualquer equipamento, confirme condições do circuito, organização do quadro elétrico e integridade de tomadas e conexões. Uma loja que opera 24 horas depende de energia constante para totem, iluminação e sistemas digitais, então falhas pequenas tendem a virar indisponibilidade e reclamação.

O segundo princípio é proteção. O circuito precisa estar dimensionado e protegido para o consumo do ponto, com dispositivos adequados e identificação clara no quadro. Isso reduz risco de sobrecarga, aquecimento e desligamentos inesperados, especialmente em horários de pico, quando o minimercado é mais usado. Também ajuda a gestão do condomínio a manter uma rotina de manutenção mais simples e documentada.

O terceiro princípio é teste e monitoramento. Após concluir a adequação, faça testes com os sistemas ligados por um período suficiente para observar estabilidade. Em paralelo, valide iluminação e organização do cabeamento para evitar pontos expostos ou áreas de circulação com risco de tropeço. O objetivo é entregar um espaço seguro e confortável para uso rápido, inclusive à noite.

  • Evitar improvisos: nada de extensões permanentes ou tomadas sobrecarregadas.
  • Proteção e identificação: circuito protegido e claramente identificado para manutenção.
  • Conexões seguras: cabos organizados e pontos elétricos sem folgas ou mau contato.
  • Testes antes de abrir: validar estabilidade com totem e sistemas em funcionamento.
  • Rotina de verificação: registrar alterações e manter inspeções periódicas do ponto.

Com a elétrica segura e testada, a instalação física fica mais previsível. A próxima etapa é montar a estrutura da loja e ativar os sistemas de autoatendimento para iniciar a operação com controle digital de acesso e pagamentos eletrônicos.

Instalação da estrutura e ativação dos sistemas

Com o espaço definido e a elétrica pronta, chega a etapa mais visível: montar a estrutura e ativar os sistemas que viabilizam a operação 24 horas. Na Peggô Market, essa fase conecta totem, app e monitoramento remoto para iniciar vendas com controle digital de acesso e pagamentos eletrônicos.

A instalação começa pela montagem física conforme o layout previsto para o condomínio. Prateleiras, comunicação visual e posicionamento do totem precisam favorecer compra rápida e circulação confortável, principalmente em horários de pico. Aqui, organização e padronização fazem diferença para reduzir dúvidas dos moradores e aumentar adesão ainda nos primeiros dias, especialmente se o condomínio optar por iniciar em degustação antes da assembleia.

Em paralelo, entra a ativação tecnológica. O totem deve estar funcional para pagamentos, e a experiência do aplicativo precisa estar consistente para acesso e compra, com monitoramento remoto contínuo. Esse conjunto é o que sustenta a autonomia da loja e o funcionamento sem atendentes, garantindo disponibilidade de compra em qualquer horário.

Antes de abrir oficialmente, valide o “caminho completo” do usuário: entrar, selecionar produtos, pagar, finalizar e sair. Um teste de ponta a ponta reduz chamados e evita que pequenos erros virem resistência dos moradores. Como o objetivo do condomínio é conveniência sem dor de cabeça, a abertura deve acontecer somente quando o fluxo estiver simples e estável.

  • Montagem do layout: prateleiras, totem e circulação planejados para compra rápida.
  • Organização do mix: produtos essenciais em posição de fácil acesso e reposição.
  • Ativação dos sistemas: totem de pagamento + app integrados para uso autônomo.
  • Monitoramento remoto: rotina de acompanhamento para estabilidade e suporte.
  • Testes de abertura: validação completa do fluxo de compra antes do primeiro dia.

Com a loja montada e os sistemas ativos, vale detalhar o passo a passo da instalação da estrutura para evitar retrabalho e acelerar a abertura com a melhor experiência possível para os moradores.

Etapas da instalação da estrutura

A instalação da estrutura organiza o espaço para o uso real do minimercado e reduz ajustes depois da abertura. Quando o local já está definido e a elétrica foi adequadamente preparada, a Peggô Market consegue conduzir a implantação para iniciar operação 24 horas em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica.

O primeiro passo é a preparação do ambiente: limpeza, retirada de obstáculos e conferência do layout combinado com o condomínio. Aqui, vale garantir circulação confortável para dois moradores ao mesmo tempo, boa iluminação e visibilidade do ponto, já que a compra é rápida e tende a acontecer em horários concentrados, como manhã e retorno do trabalho.

Na sequência, entra a montagem física da loja conforme as especificações do modelo. Isso inclui posicionar prateleiras, áreas de exposição e o totem em um local lógico para o fluxo de compra. Um layout bem montado diminui dúvidas, reduz filas e melhora a aceitação, especialmente quando o condomínio opta por iniciar em degustação antes da assembleia.

Com a estrutura montada, o foco passa para a organização operacional: separar categorias por lógica de consumo, ajustar alturas e acessos, e preparar o ponto para reposição sem atrapalhar a circulação. Esse cuidado impacta diretamente a recorrência e ajuda a sustentar o desempenho esperado de uma loja que mira faturamento médio de R$ 25.000,00 por unidade e payback estimado entre 8 e 12 meses, dependendo da performance do ponto.

  • Preparar o espaço: limpar, liberar circulação e validar o layout com síndico e administração.
  • Montar a estrutura: instalar prateleiras e organizar a área de compra com visibilidade e iluminação.
  • Posicionar o totem: deixar o autoatendimento em um ponto intuitivo, sem bloquear passagem.
  • Organizar o mix inicial: separar por categorias e facilitar compras rápidas de itens recorrentes.
  • Checar detalhes finais: alinhamento, fixação, acabamento e espaço técnico para manutenção.

Depois que a estrutura está pronta, a etapa seguinte é ativar os sistemas de autoatendimento para garantir acesso, pagamento e monitoramento remoto funcionando de ponta a ponta antes da abertura oficial.

Ativação dos sistemas de autoatendimento

A ativação dos sistemas é o que transforma a estrutura física em uma loja autônoma 24 horas. Nessa etapa, o totem, o aplicativo e o monitoramento remoto passam a operar integrados para garantir acesso controlado e pagamentos eletrônicos sem atendentes.

Comece garantindo as conexões essenciais do ponto: energia estável e conectividade para manter o totem e os sistemas funcionando continuamente. Em seguida, faça a configuração do totem de pagamento e valide os meios de pagamento disponíveis, já que qualquer instabilidade aqui afeta diretamente a confiança do morador e a recorrência de compras.

Depois, avance para a experiência do aplicativo, que deve estar alinhada ao controle de acesso e ao fluxo de compra. O objetivo é que o usuário consiga entrar, selecionar produtos e finalizar sem fricção. Se o condomínio estiver em fase de validação com modelo de degustação, essa “primeira impressão” pesa ainda mais na percepção de valor antes da assembleia.

Finalize com testes de ponta a ponta e um protocolo simples de suporte. Rode compras reais, em horários diferentes, para verificar estabilidade. Também deixe orientações objetivas no local sobre como acessar e pagar, reduzindo dúvidas nos primeiros dias. Com o sistema estável, a loja tende a ganhar tração e sustentar métricas como faturamento médio de R$ 25.000,00, margem bruta média de 20% e ROI médio de 15%.

  • Conectividade e energia: validar estabilidade para operação contínua 24 horas.
  • Totem de pagamento: configurar e testar pagamentos até a finalização completa.
  • App e acesso: checar login, entrada, compra e saída sem fricção.
  • Monitoramento remoto: confirmar acompanhamento e alertas operacionais.
  • Teste final: simular compras reais e ajustar antes da abertura oficial.

Com estrutura e sistemas operando, o próximo passo é consolidar a instalação com orientações para moradores e critérios de aprovação, incluindo como funciona o modelo de degustação e o que acontece se a assembleia não aprovar a continuidade da loja.

Aprovação em assembleia e modelo de degustação sem risco para o condomínio

A aprovação em assembleia é a etapa que formaliza a instalação da loja autônoma em área comum, mas não precisa atrasar a validação. Na Peggô Market, é possível operar em modelo de degustação e, se não houver aprovação, a retirada ocorre em até 72 horas.

Na prática, o condomínio precisa de três alinhamentos antes de levar o tema à assembleia: onde a loja ficará, quais regras de convivência vão valer e quais pré-requisitos técnicos serão atendidos. Esse cuidado reduz objeções e facilita a decisão, porque a discussão sai do campo abstrato e vira um plano com etapas claras, prazos e responsabilidades definidas.

O modelo de degustação entra como uma prova real de uso. Em vez de depender apenas de opiniões, os moradores vivenciam a conveniência do minimercado 24 horas, testam o autoatendimento via totem e aplicativo e observam a dinâmica do espaço. Isso tende a elevar a qualidade do debate na assembleia, pois o condomínio passa a discutir ajustes e regras, não a existência do serviço.

Para minimizar risco percebido, há dois pontos que precisam estar explícitos na comunicação interna. O primeiro é o prazo: após contrato e adequação elétrica, a implantação pode ocorrer em até 15 dias úteis. O segundo é a responsabilidade: a Peggô Market assume integralmente eventuais furtos, sem gerar custos para o condomínio. Com isso, a decisão fica mais objetiva e menos baseada em medo de operação ou segurança.

Etapa O que o condomínio valida Prazo Como reduz risco
Pré-alinhamento Local, regras de uso e pré-requisitos Antes da degustação Evita conflito e improviso
Degustação Aderência dos moradores e fluxo no espaço Período de teste Decisão baseada em uso real
Assembleia Autorização e condições formais Conforme agenda do condomínio Regras claras e expectativa alinhada
Retirada se não aprovar Desmobilização do ponto Até 72 horas Sem custo e sem impacto prolongado

Com a aprovação encaminhada e a validação feita, o próximo passo é traduzir a instalação em números, reunindo custos, prazos e retorno esperado para facilitar a tomada de decisão e o planejamento do franqueado.

Custos, prazos e retorno esperado da loja autônoma no condomínio

Para planejar a instalação sem surpresas, é essencial reunir prazos, investimento e métricas de retorno em um único quadro. Na Peggô Market, a implantação pode ocorrer em até 15 dias úteis após contrato e adequação elétrica, com retirada em até 72 horas se o modelo de degustação não for aprovado.

Do lado do investimento, o franqueado entra com a taxa de franquia de R$ 50.000,00, que dá direito à abertura ilimitada de unidades. A estrutura da loja parte de R$ 19.999,99, e o primeiro estoque varia entre R$ 3.500,00 e R$ 10.000,00, conforme o formato implantado. Na operação, há royalties de 6% sobre o faturamento bruto, com gestão centralizada e suporte por sistema com mais de 20 mil produtos cadastrados.

Na linha de desempenho, os dados indicam faturamento médio de R$ 25.000,00 por loja, margem bruta média de 20% e ROI médio de 15%. O payback estimado do investimento fica entre 8 e 12 meses, variando de acordo com o desempenho da unidade e o nível de recorrência de compra no condomínio. Em termos de escala, há franqueados que operam, em média, seis pontos simultaneamente e alcançam faturamento anual superior a R$ 1.000.000,00.

Para o condomínio, o ponto mais importante é que a operação é autônoma e monitorada remotamente, e a Peggô Market assume integralmente a responsabilidade por eventuais furtos, o que reduz barreiras de aprovação e facilita a conversa com moradores. Com esse quadro em mãos, fica mais simples comparar cenários, alinhar expectativas e decidir o melhor momento para iniciar a degustação e levar o tema à assembleia.

Indicador Valor Como usar na decisão
Prazo de implantação Até 15 dias úteis (após contrato e adequação elétrica) Planejar cronograma e comunicação com moradores
Retirada se não aprovar Até 72 horas Reduz risco percebido na fase de degustação
Taxa de franquia R$ 50.000,00 (abertura ilimitada) Entender escala e expansão em múltiplos pontos
Estrutura da loja A partir de R$ 19.999,99 Dimensionar investimento inicial do ponto
Primeiro estoque R$ 3.500,00 a R$ 10.000,00 Ajustar ao perfil de consumo do condomínio
Royalties 6% sobre faturamento bruto Projetar custos recorrentes da operação
Faturamento médio R$ 25.000,00 por loja Base para estimativa de performance do ponto
Margem bruta média 20% Avaliar potencial de rentabilidade
ROI médio 15% Comparar com outras opções de investimento
Payback estimado 8 a 12 meses Calcular tempo de retorno do capital

Com os números organizados, o próximo passo é revisar e ajustar a seção de Perguntas frequentes para refletir as dúvidas mais comuns de síndicos e moradores sobre instalação, infraestrutura, segurança e aprovação.

Perguntas frequentes sobre como instalar loja autônoma no condomínio

Como funciona a instalação de uma loja autônoma no condomínio?

A instalação segue quatro etapas: escolha do espaço em área comum, adequação elétrica, montagem da estrutura e ativação dos sistemas de autoatendimento. Na Peggô Market, a implantação ocorre em até 15 dias úteis após a assinatura do contrato e a adequação elétrica do local.

Quais pré-requisitos o condomínio precisa ter antes da instalação?

O condomínio precisa definir um espaço acessível e com boa circulação, garantir adequação elétrica para operação 24 horas e manter o ambiente iluminado e monitorável. Também é recomendado alinhar regras de convivência e uso da área comum para reduzir dúvidas e reclamações nos primeiros dias.

É possível operar a loja antes da aprovação em assembleia?

Sim. A Peggô Market oferece o modelo de degustação, no qual a loja pode operar temporariamente antes da votação em assembleia. Se a implantação não for aprovada, a retirada da unidade ocorre em até 72 horas.

Quais são os custos para operar a franquia da Peggô Market?

O investimento inclui taxa de franquia de R$ 50.000,00 (com direito à abertura ilimitada de unidades), estrutura da loja a partir de R$ 19.999,99 e primeiro estoque entre R$ 3.500,00 e R$ 10.000,00, conforme o formato. Há também royalties de 6% sobre o faturamento bruto.

Como a segurança é tratada em uma loja autônoma no condomínio?

A operação é monitorada remotamente e funciona com controle digital de acesso e pagamento via totem e aplicativo. Além disso, a Peggô Market assume integralmente a responsabilidade por eventuais furtos, sem gerar riscos ou custos para o condomínio.

Qual retorno financeiro é esperado de uma loja autônoma em condomínio?

Os dados indicam faturamento médio de R$ 25.000,00 por loja, margem bruta média de 20% e ROI médio de 15%. O payback estimado do investimento varia entre 8 e 12 meses, dependendo do desempenho da unidade.

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daniel

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